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Da Milha ao Roteiro
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Volume 04 · Seul · Coreia do Sul

Seul em cinco dias

Cinco dias, uma base, quatro palácios e a conta aberta de tudo o que foi pago. Julho de 2024, três pessoas.

Quero o roteiro · R$ 79,90 Pagamento único · download imediato
7 dias de garantia
Capa do volume 04 — Seul em 5 dias
41% do gasto em um dia só

O dia do Lotte World com o Seoul Sky consome 41% de tudo o que cinco dias em Seul custam em ingresso, transporte e comida. É a conta que ninguém faz antes de comprar a passagem — e o guia mostra qual pedaço dela dá para cortar sem perder o dia.

Somatório dos cinco dias, aberto linha a linha no capítulo “A conta”, com câmbio declarado

O roteiro pronto

Você vai chegar sabendo

Nada aqui é promessa. É o que a gente descobriu no lugar, na hora, quase sempre pagando para aprender.

  • Que os palácios não fecham todos no mesmo dia: fecham na segunda — menos o Gyeongbokgung, que é o único aberto na segunda e fecha na terça. O dia dos palácios tem de ser montado em cima dessa inversão.
  • Que o Huwon, o jardim secreto do Changdeokgung, é ingresso separado, só com visita guiada, 100 vagas por sessão e reserva com 5 dias de antecedência. Custa KRW 5.000 e é o motivo de o palácio ser Patrimônio da UNESCO. Esta viagem não entrou.
  • Que Changdeokgung e Changgyeonggung são vizinhos de muro, com nomes quase idênticos em português. O mapa desta viagem dizia um e as fotos mostram o outro — o guia publica o erro e ensina a conferir no portão.
  • Que a zona restrita de Bukchon só admite turista das 10h às 17h, com multa de cerca de KRW 100.000 em vigor desde março de 2025. É bairro residencial, não parque temático.
  • Que a base da N Seoul Tower, com os cadeados e a vista, é gratuita — só o observatório dentro da torre é pago. Para três pessoas, teleférico ida e volta mais observatório dá KRW 132.000.
  • Que a partir de três pessoas com mala despachada o táxi comum empata com o ônibus do aeroporto e ganha do trem, e é o único que encosta na porta do hotel. O guia abre a conta das quatro opções.
  • Que o Google Maps não faz rota a pé nem de carro na Coreia por causa da lei de exportação de dados cartográficos — mas faz transporte público. Quem chega sem Naver ou Kakao instalado descobre isso no primeiro cruzamento.
  • Que entrar por Incheon e sair por Gimpo não custa nada a mais e economiza cerca de 40 minutos e KRW 45.000 de táxi para quem segue para o Japão. É open-jaw de aeroporto dentro da mesma cidade.
1.019 fotoscom GPS e horário: é delas que sai cada horário impresso neste roteiro
KRW 10.000o preço oficial do K-ETA — há intermediário cobrando até 20 vezes isso
14 minutoso tempo que esta viagem passou em Bukchon, e o porquê está publicado

Quatro arquivos, não um PDF solto

Tudo chega junto, no mesmo download, depois da confirmação do pagamento.

92 páginas Guia completo em PDF Os cinco dias na ordem e no horário em que aconteceram, com 52 fotos da viagem e seis mapas próprios, desenhados a partir das coordenadas reais.
12 páginas Versão de bolso Para imprimir em papel comum e levar na mochila. A única peça em preto e branco, de propósito.
4 abas Planilha de custos Planejador com câmbio e IOF embutidos, a nossa viagem com o que fechou, preços de referência com fonte, e a calculadora de milhas.
34 pontos Mapa para o celular Um arquivo para o Google My Maps, com o dia na cor e no nome de cada ponto, mais uma versão em camadas para Google Earth Pro e o passo a passo da importação.

Páginas de dentro do guia

Página do guia: A viagem em números
A viagem em números
Página do guia: O eixo dos palácios, todo a pé
O eixo dos palácios, todo a pé
Página do guia: Quanto custou, dia a dia
Quanto custou, dia a dia
Página do guia: O mapa que não funciona na Coreia
O mapa que não funciona na Coreia

O que tem em cada parte

O guia é um caminho, na ordem em que foi percorrido — não um catálogo de atrações.

A rota

Por que não existe voo direto, as rotas que existem, e a conta em dinheiro contra a conta em milhas — com o alerta do surcharge.

Antes de embarcar

K-ETA, o golpe do site falso, o e-Arrival Card, o jangma e o que levar na mala em julho.

Chegar e circular

Aeroporto até Myeongdong nas quatro opções, os três passes de Seul, o táxi e o golpe número um.

Os cinco dias

Dia a dia, hora a hora, com mapa próprio, o que foi cumprido e o que caiu do roteiro.

A conta

Quanto custou por dia, o que cortar primeiro, e como pagar na Coreia.

O que eu faria diferente

A data, o Huwon e a ordem que fez Bukchon cair — as três com o horário das fotos.

Comer na Coreia

A mesa, o churrasco passo a passo, pedir sem falar coreano, comer com criança, e vinte pratos do cardápio.

Sem falar coreano

Por que o Google Maps não te leva a lugar nenhum, Naver e Kakao na prática, hangul numa tarde e a linha 1330.

O erro que a gente publicou

Não houve erro que custasse dinheiro — e o guia diz isso

Todo guia mostra o que deu certo. Este mostra também a conta de quando deu errado, porque é ali que você aprende alguma coisa.

Os volumes 01 e 02 têm um prejuízo declarado: os US$ 117 de Nova York, o E-ZPass da Costa Leste. Nesta viagem não houve. Nada foi pago duas vezes, nenhuma multa, nenhuma reserva perdida. Então este volume não inventa um para manter o formato.

No lugar dele entra o capítulo “O que eu faria diferente”, com três decisões de planejamento que, com o que se sabe hoje, seriam tomadas de outro jeito: a data (julho é o meio do jangma e o mês mais caro do ano na rota), o Huwon que ficou do outro lado do muro por falta de uma reserva de KRW 5.000, e a ordem do dia que fez Bukchon virar catorze minutos.

As três saem do material da própria viagem — do mapa montado antes de embarcar e do GPS das fotos tiradas depois. E as três são exatamente o que o leitor ainda pode mudar enquanto lê.

O que este guia não tem

Dito antes da compra, para você decidir com a informação certa.

  • Preço que não pôde ser confirmado em fonte oficial apresentado como certo. O que não fechou está marcado com [?] no próprio parágrafo, com a data da consulta ao lado.
  • DMZ, Busan, Jeju ou Everland. Esta viagem não foi — e o guia diz isso em caixa própria, em vez de copiar de outro lugar.
  • Lista de duzentos restaurantes que ninguém consegue visitar em cinco dias.
  • Hotel indicado por comissão. Não recebo de ninguém.

Perguntas

A viagem foi em 2024. Os preços servem hoje?

Os valores pagos são de julho de 2024 e estão identificados como tal — é o registro do que esta família gastou. Os preços de ingresso, tarifa e regra foram repesquisados em setembro de 2026, em fonte oficial sempre que existia, e cada um traz a data da consulta. O que não pôde ser confirmado está marcado com [?]. Atenção a um ponto: a Korea Heritage Service anunciou revisão das tarifas dos palácios para 01/01/2027 — confirme essa tabela se for viajar depois disso.

Serve para quem vai em outra época do ano?

Serve, e o guia trata disso de frente. Esta viagem caiu no meio do jangma, a monção coreana, que é o pior momento do ano em Seul — e é o mês mais caro na rota saindo do Brasil. O capítulo da estação traz as normais climáticas, as janelas que todas as fontes apontam como melhores e o que muda no roteiro em cada uma. Quem vai em outubro usa o mesmo roteiro com menos plano B de chuva.

Preciso ter milhas para aproveitar?

Não. O capítulo da rota compara dinheiro e milhas lado a lado e mostra a conta dos dois caminhos, incluindo o detalhe do surcharge, que é o que transforma uma executiva “barata em milhas” numa passagem cara em euros. Dá para ler como estudo de caso, decidir que não vale para você, e usar o resto do guia inteiro.

Vou com criança. O roteiro aguenta?

Foi feito com uma criança de 11 anos, e isso aparece em todo lugar: o ritmo dos dias, o dia inteiro no Lotte World, o capítulo de comer com criança e sem picante, e as paradas de ar-condicionado no meio da tarde de julho. O guia também diz onde o ritmo quebrou — os catorze minutos em Bukchon são exatamente isso.

Como recebo?

Download imediato depois da confirmação do pagamento. São quatro arquivos: o guia, a versão de bolso, a planilha e o mapa.

Tem garantia?

7 dias. É o prazo do Código de Defesa do Consumidor para compra pela internet, e vale de qualquer forma. Não invento prazo maior para parecer generoso.

Seul, com a conta aberta

Cinco dias, uma base, quatro palácios e a conta aberta de tudo o que foi pago. Julho de 2024, três pessoas.

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